
“Digitalizar não é fazer mudanças estéticas”, mesa-redonda com Destinia, Viajes Carrefour, Bahía Príncipe, Carlson Rezidor, The Cocktail e InterMundial
Responsáveis pela estratégia digital da Destinia, Viajes Carrefour, Bahía Príncipe, The Cocktail, Carlson Rezidor Hotel Group e InterMundial protagonizam na FITUR a mesa-redonda “Estratégias digitais de sucesso no Turismo”.
O stand do Grupo InterMundial na FITUR (stand 10E04) recebeu esta tarde a mesa-redonda “Estratégias digitais de sucesso no Turismo”. O debate contou com os responsáveis pela estratégia digital da Viajes Carrefour, Bahía Príncipe, The Cocktail e Carlson Rezidor Hotel Group, tendo sido organizado em conjunto pelo Grupo InterMundial, Destinia e The Cocktail.
“Vivemos num mundo hiperconectado e hiperdigitalizado, e o Turismo tem sido e deve continuar a ser um estandarte da inovação tecnológica”, comentou Manuel López, CEO do Grupo InterMundial. “O departamento Digital tornou-se o mais importante das empresas”.
A mesa-redonda foi moderada por Ricardo Fernández (Destinia) e contou com a participação de: José Ignacio Albaladejo, diretor de Estratégia na The Cocktail; José Rivera, diretor da Viajes Carrefour; Juan Campins Crespi, Corporate E-commerce & Direct Sales Director no Bahía Príncipe (Grupo Piñero); Raúl Alvarez, diretor de E-commerce & Mobile Product Development do Carlson Rezidor Hotel Group; e Manuel López, CEO do Grupo InterMundial.
“Digitalizar não é fazer mudanças estéticas, mas sim transformar a sua proposta de valor para que esteja adaptada à experiência que o cliente espera ter consigo”, começou por dizer José Rivera, diretor-geral da Viajes Carrefour. “Temos de ser capazes de olhar o cliente nos olhos e responder ao que nos pede”.
“A experiência do cliente tem de ser relevante”, continuou Raúl Álvarez, diretor de E-commerce & Mobile Product Development do Carlson Rezidor Hotel Group. “Além de analisar os 2% de utilizadores que convertem, devemos analisar os outros 98% que abandonam o processo de compra”.
Todos os oradores destacaram o papel central que o cliente assumiu nos últimos anos e a importância de medir tudo: sucessos e fracassos. Além disso, todos concordaram com a importância de contar com uma equipa interna que otimize os processos de digitalização.
“O servilismo ao cliente tem de ser multiplicado por 100% nos tempos que correm”, comentou José Ignacio Albaladejo, diretor de Estratégia na The Cocktail. “Temos de colocar o cliente no centro de tudo”, apontou Juan Campins Crespi, Corporate E-commerce & Direct Sales Director no Bahía Príncipe (Grupo Piñero).
Intermediação e economia colaborativa
O ponto alto do debate surgiu ao falar de intermediação. “O paradigma da distribuição está a mudar”, assinalou Rivera. “Pode falar-se de copropriedade, já que mesmo naquilo que consideramos venda direta através da Internet, existe uma intermediação”.
“A diferença entre estar intermediado ou não é o conhecimento e a rentabilidade que extraímos do cliente”, apontou Albaladejo.
Também se falou de modelos de negócio de economia colaborativa, como a Airbnb. “Temos de prestar atenção à economia colaborativa e ver o que podemos aprender para adaptar ao nosso modelo de negócio”, assinalou Campins Crespi. “O melhor destas empresas é a sua rapidez de resposta”.
Por sua vez, Manuel López, CEO da InterMundial, salientou que “todos somos intermediários, inclusive as plataformas de economia colaborativa”.
InterMundial, consultora de riscos oficial da FITUR
A InterMundial, corretora especializada em seguros de viagem, fornece seguros de assistência aos expositores e visitantes da FITUR 2016. Em colaboração com a Arag, a InterMundial é a consultora de riscos oficial da Feira.
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