Cancelamento, problemas de saúde e com voos, os principais incidentes em viagens de idiomas
Segundo o último estudo do departamento de Business Analytics da InterMundial, os principais incidentes são problemas de saúde dos estudantes no destino (49%), contratempos com voos (24%) e com a bagagem (9%). O restante refere-se a interrupções de viagem e problemas de responsabilidade civil.
Dominar idiomas é um requisito indispensável para aceder a muitos postos de trabalho; por isso, muitos jovens aprendem línguas nos países de origem, seja em cursos de verão, programas Erasmus ou trabalhando como au pair.
Segundo o último estudo da InterMundial, o inglês é o idioma mais estudado pelos espanhóis e os destinos favoritos para aprendê-lo são o Reino Unido e os EUA, embora cada vez mais se recorra a outros países de língua inglesa, como Malta, Austrália, Nova Zelândia e Canadá. Para a zona francófona deste último país também viajam estudantes de francês, embora a França continue a ser o destino de estudos preferencial. Por sua vez, o estudo do alemão tem registado um aumento nos últimos anos.
Os especialistas da InterMundial afirmam que os principais incidentes em viagens de idiomas ao estrangeiro são o cancelamento da viagem (32%), problemas de saúde dos estudantes no destino (28%), contratempos com voos (24%) e com a bagagem (9%), seguidos de interrupções de viagem devido à hospitalização de um familiar do estudante.
Problemas de saúde e acidentes
Se o aluno estiver na UE, pode utilizar o Cartão Europeu de Seguro de Doença, embora este apenas seja válido em determinados centros convencionados e não cubra o transporte do doente para a unidade de saúde, nem ambulâncias ou despesas de repatriamento. É preciso ter em conta que o preço de um exame, como uma tomografia, no Reino Unido, é de 159 euros, e um internamento hospitalar por apendicite pode custar 3.125 euros. Em França, um exame custa cerca de 168 euros, um dia no hospital 782 euros e uma hospitalização com assistência médica, 4.090 euros, segundo a InterMundial.
Por sua vez, os alunos que estudam nos EUA enfrentam despesas elevadas em caso de doença ou acidente, uma vez que não existe saúde pública gratuita naquele país e os custos são altos: uma consulta de rotina tem um custo mínimo de 62 euros, um exame como uma tomografia custa 540 euros, o custo de um dia de hospital é de 3.903 euros e o custo total de uma hospitalização e assistência médica por uma doença como apendicite pode ultrapassar os 13.000 euros.
Viajar com a proteção necessária
A InterMundial dispõe do seguro Go Study, para viajantes até aos 25 anos, com despesas médicas, de transporte sanitário, de regresso ao país anfitrião e de repatriamento ilimitadas. Além disso, conta com amplas coberturas de bagagem e de responsabilidade civil, entre outras. Permite ainda alargar as coberturas para a prática de atividades de aventura, esqui e outros desportos de inverno.
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